segunda-feira, 8 de dezembro de 2025

QUEREMOS AS MULHERES VIVAS! FEMINICIDIOS NUNCA MAIS!


No próximo dia 11/12/2025 às 09:00h, no Laboratório do Curso de Filosofia/UFPA (altos do IFCH), o GEPEM, a FEMEPA, a DEAM/BELÉM, CRP-10, DEAN, SEMU, alunos/as do Curso de Ciências Sociais/ turma da Profa. Telma Amaral e demais movimentos de mulheres da sociedade civil promoverão uma Roda de Conversa sobre a violência contra as mulheres, exacerbada pelo feminicídio que é a forma mais extrema da violência cujos números crescentes nas últimas semana sacudiram a sociedade brasileira com casos mais alarmantes. Como debatedoras estarão: Clea Gomes (FEMEPA), Telma Lima (SEMU), Milton Ribeiro Filho (UEPA), Eveny Teixeira (CRP-10), Andreyza Teixeira (Delegada da DEAN).


As mulheres negras são a maioria das vítimas de Feminicídio e violência armada no Brasil.

Feminicídio é o assassinato de uma mulher pela condição de ser mulher!

terça-feira, 24 de junho de 2025

Gênero e Meio Ambiente em Tempos de Crise Climática


Você sabia que as mudanças climáticas afetam de forma desigual diferentes grupos sociais? E que o olhar de gênero é fundamental para compreender e enfrentar essas desigualdades, especialmente na Amazônia?


🌎✨ No seminário "Gênero e Meio Ambiente em Tempo de Mudanças Climáticas", com a Profa. Dra. Maria Cristina Alves Maneschy, vamos debater justiça climática, antropoceno e os dilemas éticos e redistributivos que desafiam o presente e o futuro.


📚 Com teoria, pesquisa, vídeos e debates, vamos aprofundar essa discussão essencial para quem se importa com o planeta — e com as pessoas que nele vivem.


📍 Inscrições abertas! Acesse o link abaixo e garanta sua vaga: https://www.even3.com.br/genero-e-meio-ambiente-em-tempo-de-mudancas-climaticas-entre-teorias-e-pesquisas-595371/


#GêneroEAmbiente #MudançasClimáticas #GEPEM #CiênciaComPropósito 

domingo, 22 de dezembro de 2024

Nos Caminhos da Maternidade: Contribuições de Estudos de Gênero


















 Compartilhamos algumas fotos do nosso último evento, "Nos Caminhos da Maternidade: Contribuições de Estudos de Gênero", realizado na semana passada. Agradecemos a presença especial de nossas convidadas e de todos que prestigiaram este encontro.


O GEPEM deseja a todos boas festas e um próspero ano novo! 🎉✨

segunda-feira, 9 de dezembro de 2024

AS FACES DO NATAL E O ENCONTRO COM A MATERNIDADE!


    Seguindo uma tradição de estima, afetos, encontros e reencontros o GEPEM/UFPA fará sua confraternização natalina no próximo dia 17/12, às 9h30, no Auditório do IFCH(UFPA), procurando reunir as/os membros/as que ainda consideram este grupo com a importância que ele merece pela vivência ativista nos 30 anos de suas atividades acadêmicas e de militância, com o olhar na perspectiva da história das mulheres e as relações de gênero.


    
O evento está organizado com a apresentação de uma Mesa Redonda cujo tema central é “Nos Caminhos Da Maternidade: Contribuições De Estudos De Gênero”, com três expositoras e seus subtemas:

1) O Trabalho De Cuidado Da Mãe-Pâncreas: Doçura Ou Disciplinamento? Dra. Milena Cunha (OAB);

2) Mães Fora Do Armário - Psicóloga e Mestra Eveny Teixeira (CRP-10)

3) Onde o Céu encontra a Terra: Maria, Maternidade e Feminismo Mariano – Profa. Dra. Patricia Norat Guilhon (IFPA).


O foco desta exposição procura reconhecer o momento em que o tema maternidade entrelaça as celebrações do Natal e Maria-mãe favorecendo a discussão com um sem-número de outras referências ao processo de ser mãe e as discussões da atual PEC 164/12. Uma referência de Eveny Teixeira sintetiza o processo: “O luto pela criança que pensávamos ter, gradativamente, dá espaço à luta coletiva pelo direito de ser”.

sábado, 29 de junho de 2024

Nota de Repúdio



Nota de Repúdio

O CEDCA vem a público repudiar veementemente a decisão do Judiciário paraense diante do médico, empresário e ex-deputado estadual Luiz Afonso Seffer, condenado por estupro de uma criança durante 4 anos seguidos. Às vésperas do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) completar 34 anos, manifestamos nosso descontentamento e indignação pela protelação do cumprimento da pena a Seffer determinada e confirmada por várias instâncias judiciárias.


A alegação dos defensores do estuprador para garantir a impunidade baseia-se numa decisão do STF de que quem tem foro privilegiado, para ser julgado no Judiciário, tem que tem autorização prévia do Legislativo. Porém, cabe destacar que, na época, Seffer tinha renunciado ao mandato para não ser cassado, impedindo que a própria Assembleia Legislativa do Pará julgasse o caso.


Lamentavelmente, o Judiciário paraense acatou tais argumento diante do pedido sob medida legal, o que consequentemente esconde um ataque aos direitos das crianças e dos adolescentes, pois pretende protelar o início da execução da pena até o ano que vem, evitando que o sujeito acusado de estupro, condenado 14 anos atrás, a 20 anos de prisão, fique inimputável por idade!

Este comportamento do Judiciário paraense faz coro ao que se diz: se tem poder econômico e político pode estuprar à vontade. Uma vergonha! 


Não aceitaremos, e iremos denunciar esta manobra em todas as instâncias, inclusive ao Conselho Nacional de Justiça (CNJ), a fim de garantir a dignidade humana da vítima do estuprador e defender os direitos de nossas crianças e adolescentes, sentido de existir deste Conselho.