As mulheres negras são a maioria das vítimas de Feminicídio e violência armada no Brasil.
Feminicídio é o assassinato de uma mulher pela condição de ser mulher!
Um diário do que acontece e do que não acontece no Grupo de Estudos e Pesquisas "Eneida de Moraes" - Universidade Federal do Pará
As mulheres negras são a maioria das vítimas de Feminicídio e violência armada no Brasil.
Feminicídio é o assassinato de uma mulher pela condição de ser mulher!
Você sabia que as mudanças climáticas afetam de forma desigual diferentes grupos sociais? E que o olhar de gênero é fundamental para compreender e enfrentar essas desigualdades, especialmente na Amazônia?
🌎✨ No seminário "Gênero e Meio Ambiente em Tempo de Mudanças Climáticas", com a Profa. Dra. Maria Cristina Alves Maneschy, vamos debater justiça climática, antropoceno e os dilemas éticos e redistributivos que desafiam o presente e o futuro.
📚 Com teoria, pesquisa, vídeos e debates, vamos aprofundar essa discussão essencial para quem se importa com o planeta — e com as pessoas que nele vivem.
📍 Inscrições abertas! Acesse o link abaixo e garanta sua vaga: https://www.even3.com.br/genero-e-meio-ambiente-em-tempo-de-mudancas-climaticas-entre-teorias-e-pesquisas-595371/
#GêneroEAmbiente #MudançasClimáticas #GEPEM #CiênciaComPropósito
O evento está organizado com a apresentação de uma Mesa Redonda cujo tema central é “Nos Caminhos Da Maternidade: Contribuições De Estudos De Gênero”, com três expositoras e seus subtemas:
1) O Trabalho De Cuidado Da Mãe-Pâncreas: Doçura Ou Disciplinamento? Dra. Milena Cunha (OAB);
2) Mães Fora Do Armário - Psicóloga e Mestra Eveny Teixeira (CRP-10)
3) Onde o Céu encontra a Terra: Maria, Maternidade e Feminismo Mariano – Profa. Dra. Patricia Norat Guilhon (IFPA).
O foco desta exposição procura reconhecer o momento em que o tema maternidade entrelaça as celebrações do Natal e Maria-mãe favorecendo a discussão com um sem-número de outras referências ao processo de ser mãe e as discussões da atual PEC 164/12. Uma referência de Eveny Teixeira sintetiza o processo: “O luto pela criança que pensávamos ter, gradativamente, dá espaço à luta coletiva pelo direito de ser”.
Nota de Repúdio
O CEDCA vem a público repudiar veementemente a decisão do Judiciário paraense diante do médico, empresário e ex-deputado estadual Luiz Afonso Seffer, condenado por estupro de uma criança durante 4 anos seguidos. Às vésperas do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) completar 34 anos, manifestamos nosso descontentamento e indignação pela protelação do cumprimento da pena a Seffer determinada e confirmada por várias instâncias judiciárias.
A alegação dos defensores do estuprador para garantir a impunidade baseia-se numa decisão do STF de que quem tem foro privilegiado, para ser julgado no Judiciário, tem que tem autorização prévia do Legislativo. Porém, cabe destacar que, na época, Seffer tinha renunciado ao mandato para não ser cassado, impedindo que a própria Assembleia Legislativa do Pará julgasse o caso.
Lamentavelmente, o Judiciário paraense acatou tais argumento diante do pedido sob medida legal, o que consequentemente esconde um ataque aos direitos das crianças e dos adolescentes, pois pretende protelar o início da execução da pena até o ano que vem, evitando que o sujeito acusado de estupro, condenado 14 anos atrás, a 20 anos de prisão, fique inimputável por idade!
Este comportamento do Judiciário paraense faz coro ao que se diz: se tem poder econômico e político pode estuprar à vontade. Uma vergonha!
Não aceitaremos, e iremos denunciar esta manobra em todas as instâncias, inclusive ao Conselho Nacional de Justiça (CNJ), a fim de garantir a dignidade humana da vítima do estuprador e defender os direitos de nossas crianças e adolescentes, sentido de existir deste Conselho.