terça-feira, 3 de março de 2026


Lançamento da 2ª parte da Edição nº28 da
Revista Científica Gênero na Amazônia!


Hoje, anunciamos a conclusão das publicações do último semestre de 2025 com o lançamento da Edição 28 – SUPLEMENTAR: Cultura, Resistência e Políticas Públicas na Promoção da Equidade de Gênero, com a adição de cinco artigos específicos e uma entrevista realizada com a Profa Dra. Ruth Helena Cristo Almeida, contribuindo de forma decisiva para outros temas importantes sobre as questões de gênero, raça, classe e identidade além da literatura escrita por mulheres que permeiam as nossas vivências cotidianas e amazônidas.


Boa leitura!


Link da Edição: https://www.periodicos.ufpa.br/index.php/generoamazonia/issue/view/946


(REPOSTANDO) Lançamento da parte 1 da
Edição nº28 da Revista Científica Gênero na Amazônia!


Temos o prazer de anunciar a nova edição da revista, o Dossiê sob o título: “Autoras Amazônidas da Educação Comunitária – uma Articulação com o Instituto de Pesquisa do Projeto Cartografando Saberes (IPPCS)”, realizado em parceria com a professora Dra. Alanna Souto Cardoso Tupinambá/ PPGDSTU/NAEA-UFPA, onde abordaremos a religiosidade, as trajetórias e lutas cotidianas de mulheres indígenas, quilombolas e mães de santo.


Boa leitura! 


OBS: Informamos a todas/os/es que submeteram seus artigos para esta edição que estamos trabalhando para a finalização da “Edição nº28 Suplementar”, volume este ainda referente ao período julho-dezembro de 2025.

Link da Edição: https://www.periodicos.ufpa.br/index.php/generoamazonia/issue/view/941

domingo, 1 de março de 2026


POR TODAS NÓS: Mulheres, Memória e Resistência contra a Violência

    Falar “por todas nós” é reconhecer que a violência contra as mulheres — física, psicológica, sexual, moral, patrimonial e simbólica — não é isolada, mas estrutural, sustentada por desigualdades de gênero, raça e classe. Também é afirmar que, onde houve opressão, houve resistência, e que a memória se tornou gesto político contra o apagamento.
    A memória das mulheres é mais que registro de dor: é arquivo de coragem, denúncia e mobilização. Preservá-la é um ato de justiça, impedindo a naturalização da violência e fortalecendo caminhos para as próximas gerações.
    A resistência se expressa na denúncia, na criação de políticas públicas, na produção acadêmica, na arte e na educação. No Brasil, conquistas legais como a Lei Maria da Penha e a tipificação do feminicídio resultam de décadas de luta. Ainda assim, os índices de violência mostram que leis são fundamentais, mas insuficientes: é preciso transformar mentalidades e fortalecer redes de acolhimento.
    “Por todas nós” implica reconhecer diferenças e interseccionalidades. Mulheres negras, indígenas, periféricas, com deficiência, LGBTQIA+ e migrantes enfrentam vulnerabilidades ampliadas. A luta deve ser plural para ser efetivamente coletiva.
Reivindicar memória é disputar narrativas e afirmar protagonismos. Que cada espaço de formação e cada política pública se comprometam com o enfrentamento à violência de gênero.
    Lembrar é resistir. Resistir é transformar.



Dia: 10 de março de 2026 (das 9h30 às 17h30)
Local: Auditório do IFCH  (UFPA/Guamá)

INFORMAÇÃO SOBRE AS INSCRIÇÕES

O Evento contará com a emissão de certificados aos participantes que se inscreverem mandando seu nome completo e CPF pro e-mail secretariagepem@gmail.com ou através do formulário acessível pelo QR-code abaixo (Link: https://forms.gle/MfeJPktP59PtCKT17).



terça-feira, 9 de dezembro de 2025


QUEREMOS AS MULHERES VIVAS! FEMINICÍDIOS NUNCA MAIS!


O Programa de Pós-Graduação de Ciência Política convida a comunidade para a Roda de Conversa “Queremos as Mulheres Vivas! Feminicídios Nunca Mais!”, no dia 11/12/2025, às 9h, no Laboratório do Curso de Filosofia/UFPA (altos do IFCH).

A atividade é promovida pelo GEPEM, FEMEPA, DEAM/Belém, CRP-10, DEAN, SEMU, pela turma da Profa. Telma Amaral (Ciências Sociais/UFPA) e por movimentos de mulheres da sociedade civil. O objetivo é debater a crescente violência contra as mulheres no Brasil, especialmente o feminicídio, que atinge de forma ainda mais grave as mulheres negras.

Debatedoras:

Clea Gomes (FEMEPA)

Milton Ribeiro Filho (UEPA)

Eveny Teixeira (CRP-10)

Andreyza Teixeira (Delegada da DEAN)

Feminicídio é o assassinato de uma mulher pela condição de ser mulher. Participe e fortaleça esta luta!


 

segunda-feira, 8 de dezembro de 2025

QUEREMOS AS MULHERES VIVAS! FEMINICIDIOS NUNCA MAIS!


No próximo dia 11/12/2025 às 09:00h, no Laboratório do Curso de Filosofia/UFPA (altos do IFCH), o GEPEM, a FEMEPA, a DEAM/BELÉM, CRP-10, DEAN, SEMU, alunos/as do Curso de Ciências Sociais/ turma da Profa. Telma Amaral e demais movimentos de mulheres da sociedade civil promoverão uma Roda de Conversa sobre a violência contra as mulheres, exacerbada pelo feminicídio que é a forma mais extrema da violência cujos números crescentes nas últimas semana sacudiram a sociedade brasileira com casos mais alarmantes. Como debatedoras estarão: Clea Gomes (FEMEPA), Telma Lima (SEMU), Milton Ribeiro Filho (UEPA), Eveny Teixeira (CRP-10), Andreyza Teixeira (Delegada da DEAN).


As mulheres negras são a maioria das vítimas de Feminicídio e violência armada no Brasil.

Feminicídio é o assassinato de uma mulher pela condição de ser mulher!