quarta-feira, 23 de outubro de 2019

Cine Gênero: Transexualidade em debate: identidades e vivências


A linha de pesquisa Gênero(s), Corpo(s) e Sexualidade(s), coordenada pela profª Telma Amaral e pelo profº Edyr Batista, apresenta o tema "Transexualidade em debate: identidades e vivências", através do Cine Gênero: “Olhe pra mim de novo” (2013).

O documentário aborda a trajetória do transexual Silvyio Luccio que busca uma solução para o desejo que ele e sua esposa tem de ter filho. A proposta do evento é apresentar ao público um filme, seguido de um debate promovido por pessoas especialistas na área, seja pelo lugar de fala que ocupam, seja por sua militância política e/ou dedicação ao estudo da temática.

Cine Gênero: “Olhe pra mim de novo”

Debatedorxs: Cléo Ferreira e Ray Carlos
Mediação: Eli Pinheiro
Coordenação: Osvaldina Araújo


Dia: 25 de outubro
Hora: 14h – 17h30
Local: Auditório do Instituto de Filosofia e Ciências Humanas/IFCH (UFPA)

Evento gratuito


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domingo, 22 de setembro de 2019

16º edição da Revista Eletrônica Gênero na Amazônia - POLÍTICA DE COTAS NA AMAZÔNIA - DESAFIOS, CONQUISTAS E PERSPECTIVAS


O GEPEM/UFPA apresenta a chamada da 16º edição da Revista Eletrônica Gênero na Amazônia. POLÍTICA DE COTAS NA AMAZÔNIA - DESAFIOS, CONQUISTAS E PERSPECTIVAS

As políticas de ações afirmativa são resultado de várias décadas de luta dos movimentos sociais. É solução temporária que tem por base o fato de a sociedade brasileira ter sido construída sob diversas opressões, possuindo, portanto, passado discriminatório e presente que perpetua essa realidade. Ações afirmativas buscam acelerar o processo de igualdade para grupos vulneráveis como é o caso de minorias raciais e étnicas, famílias baixa renda e pessoas com deficiência. Deste modo, as cotas são pautadas na crença de que a igualdade deve se moldar no respeito à diferença e à diversidade e que as pessoas devem ter igual acesso às oportunidades. Quando for alcançado um patamar em que todas/os as/os brasileiras/os tenham iguais chances de competição, as cotas serão desnecessárias, por isso seu uso é provisório.

Durante muito tempo as universidades ficaram reservadas a uma elite política/econômica e, por isso, entende-se que as cotas são também uma forma de garantir a pluralidade no ensino superior público, bem como a inclusão de grupos sociais em desvantagem em virtude do sistema desigual e excludente que vivenciam. No caso das políticas de ações afirmativas direcionadas às pessoas negras, estas somente em agosto de 2012, foram instituídas pelo Supremo Tribunal Federal (STF), após muita resistência dos movimentos.

Nesse sentido, este Dossiê tem como proposta refletir e incorporar as temáticas referentes às políticas de ações afirmativas no âmbito do ensino superior, contribuindo na análise da dimensão de seus impactos, efetividade, entraves e tensões.

A 16ª Edição da Revista Gênero na Amazônia (julho a dezembro 2019) tem como título: Política de cotas na amazônia- desafios, conquistas e perspectivas e espera receber trabalhos que abordem a importância da política de cotas dialogando com o contexto brasileiro/amazônico, que visem denunciar desigualdades existentes bem como as discriminações que atingem diretamente os grupos sociais que em virtude da condição racial, econômica e de deficiência estão em desvantagem no seio da sociedade brasileira.

Exige-se que sejam consultadas as Normas da Revista no endereço: http://twixar.me/fHN1


Revista Gênero da Amazônia - 16º edição Prazo para submissão de artigos: 15 de novembro de 2019.

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quinta-feira, 5 de setembro de 2019

V ENCONTRO AMAZÔNICO - MULHERES AMAZÔNIDAS


O GEPEM/UFPA apresenta o V Encontro Amazônico – Mulheres Amazônidas, que traz como tema central: “Democracia, resistências, construção de saberes”, o V Encontro tem como objetivo avaliar o impacto, no campo acadêmico (ensino, pesquisa e extensão), dos estudos sobre mulheres e relações de gênero na Amazônia.

O V Encontro reveste-se de especial importância por duas razões principais. De um lado, pela crescente relevância da temática, quando as demandas sociais por crescimento econômico inclusivo e respeitoso dos limites ambientais incluem, em ampla medida, a atenção às injustiças baseadas nas relações sociais de gênero. De outro lado, o evento marca os 25 anos de existência do GEPEM, cuja trajetória acumula vasta produção de pesquisa, extensão e ensino, este último com presença de docentes em diferentes cursos de graduação, pós-graduação e de outros níveis no âmbito da UFPA e, também, em instituições de outras regiões.

Para mais informações, acesse: encontroamazonico.com


Sejam todx bem vindx!



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quarta-feira, 28 de agosto de 2019

GEPEM 25 anos - Mulheres Paraenses e a violência do golpe de 1964









No dia 27 de agosto de 2019, ocorreu o evento “Mulheres Paraenses e a violência do golpe de 1964", onde algumas anistiadas nascidas ou residentes no estado do Pará, falaram desse tempo de dor e luto entre as famílias paraenses.

Houve também a exibição do documentário "Torre das Donzelas", de Susanna Lira, onde pudemos ouvir os depoimentos de outras mulheres presas políticas no golpe de 1964, incluindo a ex-presidente do Brasil, Dilma Rousseff.

Agradecemos a todxs que compareceram e que puderam desfrutar deste momento emocionante.

Abaixo, o evento sob o olhar da nossa coordenadora, Prof.ª Dr.ª. Luzia Alvares.

"UM TEMPO. UM MOMENTO. UMA DISCUSSÃO: MULHERES EM LUTA

Ontem, 27/08/19, o GEPEM/UFPA comemorou 25 anos de atividades enquanto militância acadêmica, focando na ideia de levar à exposição pública, a luta de um grupo de mulheres paraenses ou residentes no Estado, no golpe de 1964, centrado sobre a representação da patrona do grupo: Eneida de Moraes. A confluência dos fatos - as mulheres de 1964 e o nome de Eneida como cúmplice das atividades do grupo - embora não fosse lembrada nesse momento - marcou esse quarto de século de atividades. Se Hecilda, Eneida, Leila, Violeta e Angélica se debruçaram sobre sua memória de um tempo em que a angústia de não saber aonde estavam ou o local em que seus companheiros haviam sido presos, e nos contaram o que viverem nesses dias perigosos do golpe de 1964 e do AI-5 em 1968, nessa tarde de agosto 2019 estavam se associando às denuncias, em uma outra época, de uma outra mulher que deu nome ao nosso grupo de estudos - GEPEM - Grupo de Estudos e Pesquisas "Eneida de Moraes". Presa mais de quatro vezes na década de trinta-quarenta do século passado, a autora de coletânea de crônicas sobre o seu dia-a-dia, Eneida, estava ali, contando em silêncio, e em risadas o quanto ainda precisávamos seguir em frente, principalmente nestes anos que vivemos hoje, trazendo para o nosso meio as/os jovens que ainda estão em dúvida sobre qual percurso a sua caminhada vai seguir. Obrigada às colegas de ofício na UFPA. Obrigada às/aos bolsistas que têm emprestado seu dia a a- dia nos estudos e no trabalho cotidiano nestes 25 anos. Obrigada ao contingente de público que esteve conosco na tarde desta terça feira. 

Vamos em frente! Muita luta ainda. Muitas caminhadas! Muitas atividades!"


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segunda-feira, 26 de agosto de 2019

Minicurso: Feminismos contra-coloniais



A linha de pesquisa Gênero, Feminismo e Interseccionalidade, do GEPEM, promove o minicurso: "Feminismos contra-coloniais", que será realizado pela Prof.ª Dr.ª. Vivian Matias (UFPE).

"Feminismos contra-coloniais"

Dia: 06 de setembro de 2019
Hora: 9h00 - 12h00
Local: Auditório do IFCH/altos (UFPA - campus básico)


Inscrição no ato do evento.
Evento gratuito.


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