segunda-feira, 27 de junho de 2016

FEMINISMOS - LINHAS DE ESTUDO – FINAL



 http://cahis-uerj.blogspot.com.br/

28/06 – Feminismo negro II
Hora: 14 h
Local: Sala de pesquisa do GEPEM/UFPA

BIBLIOGRAFIA
Texto 01: CARNEIRO, Sueli. Enegrecer o feminismo: a situação da mulher negra na América Latina a partir de uma perspectiva de gênero. Disponível em http://www.unifem.org.br/sites/700/710/00000690.pdf Acessado em 25 de fev. de 2016.
Vídeo: Liberdade de expressão e diversidade de gênero – Sueli Carneiro - https://www.youtube.com/watch?v=IwdVISYxoSc
Texto 02: WERNECK, Jurema (org.) Mulheres Negras na primeira pessoa. Porto Alegre, Redes Editora, 2012. Introdução e CEDENPA-PA, p.13-16; 51-66
Vídeo: O futuro do futuro – Jurema Werneck – TEDx – Goiânia - https://www.youtube.com/watch?v=LzUq2qTpmFw

FINAL DE SEMESTRE
Os seminários de estudos sob o tema FEMINISMOS, efetivados pelo GEPEM/UFPA no 1º semestre 2016 finalizam neste 28/06. A proposta considerou o não reconhecimento da diversidade do conceito de feminismo que hoje questionam as vertentes clássicas desses estudos contribuindo para a reconsideração de áreas de conhecimento que têm proporcionado enfoques de marcadores sociais revitalizando os eixos que privilegiaram essa problemática – a questão da mulher e a teoria de gênero.
No próximo semestre a agenda de seminários continuará a debater FEMINISMOS, agora sob a temática – “AS PRÁTICAS FEMINISTAS E A AÇÃO POLÍTICA”. As personagens desse novo enredo serão as líderes de movimentos e ações das práticas do cotidiano que apresentarão suas atividades coletivas em oficinas, rodas de conversa, saraus e palestras.
Ao grupo de participantes que esteve presente na primeira fase desses seminários parabenizo pela frequência nas nossas atividades.

A/aos que perderam este estágio de estudos e a/aos que por algum motivo deixaram de frequentá-lo informo que os textos dos seminários permanecem neste blog. O importante é conhecer os conceitos sobre feminismo e viver politicamente a ampliação da luta pelos direitos humanos. 

terça-feira, 14 de junho de 2016

SEMINÁRIO - O FEMINISMO NEGRO E A INTERSECCIONALIDADE

Imagem extraída do blog lugardemulher.com

Dia: 14/06
Hora: 14h às 17h
Local – Sala de pesquisa do GEPEM/UFPA (IFCH/Altos)


Texto 01: CRENSHAW, Kimberle. A intersecionalidade da discriminação de raça e gênero.

Texto 02: CARNEIRO, Sueli. Enegrecer o feminismo: a situação da mulher negra na América Latina a partir de uma perspectiva de gênero.

Videos de Lélia Gonzalez:

1-Lélia Gonzalez – Parte 1- https://www.youtube.com/watch?v=o9vOVjNDZA8
2-   Lélia Gonzalez – Parte 2- https://www.youtube.com/watch?v=aiTfzVKhsGw
3-   Lélia Gonzalez – 1981- https://www.youtube.com/watch?v=dYbXevFB0xI
4-   Cultne - Lélia Gonzalez - 20 de Novembro de 1988 - https://www.youtube.com/watch?v=BFnvKcsLqJI
5-   Projeto Memória – Lélia Gonzalez: o feminismo negro no palco da história - https://www.youtube.com/watch?v=7YYdb6Cl-Mk


28/06 – Feminismo negro II

Texto 01: hooks, bell. Mulheres Negras Moldando a Teoria Feminista, 1984.

Texto 02: WERNECK, Jurema (org.) Mulheres Negras na primeira pessoa. Porto Alegre, Redes Editora, 2012. Introdução e CEDENPA-PA, p.13-16; 51-66


Vídeo: O futuro do futuro – Jurema Werneck – TEDx – Goiânia - https://www.youtube.com/watch?v=LzUq2qTpmFw

quarta-feira, 8 de junho de 2016

V SEMINÁRIO “O AMOR ESTÁ NO AR ...”:

http://www.zazzle.com.br/  

AMOR(ES) E JUVENTUDE(S): CENAS CONTEMPORÂNEAS

Dia: 13/06/2016
Hora: 9h às 13h
Auditório do IFCH /UFPA
Campus Universitário José da Silveira Neto Guamá


Grupo de Estudos e Pesquisas
“Eneida de Moraes” Sobre Mulher e Relações de Gênero – GEPEM/UFPA
Laboratório de Antropologia “Arthur Napoleão Figueiredo

Expositoras:
•      Leila Leite:  Hip Hop: histórias de arte & histórias de amor (IFCH/PPGSA/UFPA)
•      Manuela do Corral Vieira: Amores, juventudes e publicidade: it’s a match(?)(FACOM/UFPA)

Coordenação:  Telma Amaral Gonçalves
Mediação: Maria Angelica Motta-Maués

APRESENTAÇÃO

Amor(es) e Juventude(s): cenas contemporâneas é o tema do Seminário “O amor está no ar...”, iniciativa criada em 2012, pela linha de pesquisa do Gepem “Gênero, Identidade e Cultura” coordenada pelas organizadoras deste evento, que pretende colocar em foco, agora em sua 5ª edição, a temática do amor em suas mais variadas possibilidades. O mês de junho, que convencionalmente se celebra o Dia dos Namorados, é o tempo certo para tratar do assunto.

O tema do amor por si só já é de grande importância acadêmica, pois como nos aponta Roberto DaMatta o amor ainda que banal e conhecido “pode revelar-se pela jornada antropológica do estranhamento, transformando-se num objeto excitante no sentido de ser revelador não só dele mesmo, mas de toda a sociedade a que serve como um instrumento aparentemente modesto e sem importância”. Assim, ainda que se possa pensar o contrário, o amor é um tema cujo alcance ultrapassa os limites das relações amorosas em si ou propriamente ditas e permite pensar/interpretar/compreender/discutir a vida social sob diversos prismas.

 Nesta edição serão apresentadas duas cenas contemporâneas, o hip hop e a publicidade, protagonizados pela juventude. Nosso foco é articular essas duas idéias, amor(es) e juventude(s), singulares e plurais ao mesmo tempo, e pensar como esse segmento tem atualizado, vivenciado e interpretado cotidianamente suas experiências amorosas, que se traduzem por permanências e mudanças.

segunda-feira, 30 de maio de 2016

FEMINISMOS - SEMINÁRIOS - NOVO CALENDÁRIO


No último dia 24/05, previsto para realizar o seminário “Feminismo Ecológico ou Ecofeminismo” houve greve de ônibus, impossibilitando a sequência de datas previstas para essa atividade.
Dessa forma, as novas datas para dar continuidade a esses seminários deste 1º semestre 2016 estão assim organizadas.

JUNHO

07/06- Feminismo Ecológico ou Ecofeminismo

Texto 01: ANGELIM, Rosângela. Mulheres, ecofeminismo e desenvolvimento sustentável diante das perspectivas de redistribuição e reconhecimento de gênero. In: Revista Eletrônica Direito e Política. V.0, n0 3, Set/Dez, 2014.
Vídeo: Depoimento de Vandana Shiva: O tempo e o modo - https://www.youtube.com/watch?v=7G6c2QYf8e8

Imagem extraída do Blog lugardemulher.com.br 

14/06 – O FEMINISMO NEGRO E A INTERSECCIONALIDADE

Nos anos 20, tempo em que se dava a primeira onda do feminismo, as reivindicações das feministas eram pautadas somente na questão da igualdade de gênero. Neste tempo, o movimento era formado por mulheres brancas, de camadas sociais médias e intelectualizadas, provocando um espaço pouco evidente para as mulheres trabalhadoras, da classe menos favorecida, e mulheres negras.
Devido a essa exclusão as mulheres negras buscaram seu espaço dentro do movimento, e foi o que aconteceu. Não foi uma inserção tão amigável e homogênea, haja vista que as pautas das mulheres negras diferiam das que eram apresentadas pelas mulheres brancas. As negras, além de discriminação de gênero, sofriam também pelo racismo e o preconceito de classe. O racismo foi considerado a discriminação mais perversa, uma vez que anula/rejeita o corpo das mulheres negras impondo barreiras para o acesso aos espaços de poder.
Para pensar como as opressões podem se intercruzar afastando o isolamento das categorias sociais, foi apresentada a proposta de conceituação da interseccionalidade, vista como de grande relevância. Segundo a filósofa e feminista negra Djamila Ribeiro, a interseccionalidade nos ajuda além de evidenciar a opressão, auxilia no sentido de articular a luta feminista visando eliminar as diversas opressões aplicadas à situação das relações de gênero. Entre as principais figuras que utilizam a interseccionalidade como ferramenta estão: Kimberlé Crenshaw, Audre Lorde, bell hooks e,no Brasil Lélia Gonzalez.
Kimberlé Crenshaw, professora de Direito, foi a primeira a trazer esse debate, na década de oitenta, embora admitisse que as mulheres negras de épocas passadas já tratavam sobre a interseccionalidade. Ela cunhou esta discussão porque as leis da sua época tratavam gênero e raça como separados, defendeu que ambos estão conectados e este aspecto deveria ser levado em consideração nas discussões jurídicas que envolvem pessoas com esses marcadores.
Ao avaliarmos essas nova discussão, as associadas do GEPEM concluiu que seria adequado discutir Feminismo Negro e interseccionalidade integrados visto que esta é uma ferramenta de análise pautada pelo Feminismo Negro. Com isso, ratificamos o protagonismo das mulheres negras, considerando os custos da opressão pela parcialidade dos estudos de gênero ao longo de todos esses anos.


Texto 01: CRENSHAW, Kimberle. A intersecionalidade da discriminação de raça e gênero.

Texto 02: CARNEIRO, Sueli. Enegrecer o feminismo: a situação da mulher negra na América Latina a partir de uma perspectiva de gênero.

Videos de Lélia Gonzalez:
1-   Lélia Gonzalez – Parte 1- https://www.youtube.com/watch?v=o9vOVjNDZA8
2-   Lélia Gonzalez – Parte 2- https://www.youtube.com/watch?v=aiTfzVKhsGw
3-   Lélia Gonzalez – 1981- https://www.youtube.com/watch?v=dYbXevFB0xI
4-   Cultne - Lélia Gonzalez - 20 de Novembro de 1988 - https://www.youtube.com/watch?v=BFnvKcsLqJI
5-   Projeto Memória – Lélia Gonzalez: o feminismo negro no palco da história - https://www.youtube.com/watch?v=7YYdb6Cl-Mk

28/06 – Feminismo negro II

Texto 01: hooks, bell. Mulheres Negras Moldando a Teoria Feminista, 1984.

Texto 02: WERNECK, Jurema (org.) Mulheres Negras na primeira pessoa. Porto Alegre, Redes Editora, 2012. Introdução e CEDENPA-PA, p.13-16; 51-66

Vídeo: O futuro do futuro – Jurema Werneck – TEDx – Goiânia - https://www.youtube.com/watch?v=LzUq2qTpmFw